http://www.brasilescola.com/artes/musica.htm
A música tem acompanhado o homem desde a pré-história, tornando-se um elemento característico do ser humano. É impossível pensar no mundo atual sem a música. Além das bandas musicais que enlouquecem milhões de fãs em todo o mundo, ela ainda está presente nos toques de celulares, comerciais de TV, nos sons que saem do computador, entre inúmeros outros exemplos.
Falando de forma clara, música é a sucessão de sons e silêncio organizada ao longo do tempo. Como já foi dito, a música tem várias funções. A função artística é considerada por muitos sua principal função, porém existem outras, como a militar, educacional ou terapêutica (musicoterapia) e religiosa.
PINACOTECA SÀO PAULO
sábado, 13 de agosto de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
ARTE E INCLUSÃO ESCOLAR
Arte e inclusão escolar
Adriana Conceição Batista Ramos
Penso que a arte como ferramenta de inclusão social que vem beneficiar o desenvolvimento social da pessoa com necessidades específicas. Considerando os estudos de Vygotsky e sua teoria onde o sujeito é mais que ativo, ou seja, é interativo no ambiente em que vive e que o uso de signos vem beneficiar o seu desenvolvimento. O uso de signos conduz os seres humanos a uma estrutura específica de comportamento que se destaca do desenvolvimento biológico e cria novas formas e processos psicológicos enraizados na cultura. ( Vygotsky, p.41, 1991).
A arte permite que este desenvolvimento do sujeito ocorra na forma em que ele se reestruture criando algo de sua cultura e onde ele se veja agente transformador participante. Penso na arte não como uma reprodução de modelos, por isso, vejo-a como ferramenta que disponibiliza e se faz na criatividade que explora e se aventura nos caminhos configurando o indivíduo com estímulos, interligando-o a expressões cognitivas e afetivas.
A arte em qualquer âmbito trabalha com as diferentes formas de pensar, explora os limites, ilimitando as possibilidades do aluno. A arte representa dentro dos símbolos contextos variados, põem o ser humano em novas dimensões construindo novos conceitos interativos.
A valorização que a arte faz sobre as construções contextualizada do aluno, mostra que a cultura vivenciada é mola implusiva de desenvolvimentos artísticos. Como ser que constrói e desenvolve enredos históricos culturais, na arte é possivel o indivíduo expressar sua crítical ele faz no ambiente artistico as internalizações cognitivas ao seu aprendizado. Pois tudo que faz com prazer desenvolve conhecimento.
Referências
VYGOTSKY, Lev Semenovich. A Formação Social da Mente: O Desenvolvimento de Processos Psicológicos Superiores. Organizadores Michel Cole.../etal/ 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
Adriana Conceição Batista Ramos
Penso que a arte como ferramenta de inclusão social que vem beneficiar o desenvolvimento social da pessoa com necessidades específicas. Considerando os estudos de Vygotsky e sua teoria onde o sujeito é mais que ativo, ou seja, é interativo no ambiente em que vive e que o uso de signos vem beneficiar o seu desenvolvimento. O uso de signos conduz os seres humanos a uma estrutura específica de comportamento que se destaca do desenvolvimento biológico e cria novas formas e processos psicológicos enraizados na cultura. ( Vygotsky, p.41, 1991).
A arte permite que este desenvolvimento do sujeito ocorra na forma em que ele se reestruture criando algo de sua cultura e onde ele se veja agente transformador participante. Penso na arte não como uma reprodução de modelos, por isso, vejo-a como ferramenta que disponibiliza e se faz na criatividade que explora e se aventura nos caminhos configurando o indivíduo com estímulos, interligando-o a expressões cognitivas e afetivas.
A arte em qualquer âmbito trabalha com as diferentes formas de pensar, explora os limites, ilimitando as possibilidades do aluno. A arte representa dentro dos símbolos contextos variados, põem o ser humano em novas dimensões construindo novos conceitos interativos.
A valorização que a arte faz sobre as construções contextualizada do aluno, mostra que a cultura vivenciada é mola implusiva de desenvolvimentos artísticos. Como ser que constrói e desenvolve enredos históricos culturais, na arte é possivel o indivíduo expressar sua crítical ele faz no ambiente artistico as internalizações cognitivas ao seu aprendizado. Pois tudo que faz com prazer desenvolve conhecimento.
Referências
VYGOTSKY, Lev Semenovich. A Formação Social da Mente: O Desenvolvimento de Processos Psicológicos Superiores. Organizadores Michel Cole.../etal/ 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
REGESD-REDE GAÚCHA DE ENSINO A DISTÂNCIA
Planejamento em Educacional em Artes Visuais
Ideia para situação aprendizagem
Turma 8ª Série
Escola Municipal de Ensino Fundamental Madre Teresa
Adriana conceição Batista Ramos
Compreender e utilizara arte como linguagem, mantendo uma atitude de busca pessoal e/ ou coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a investigação, a sensibilidade e a reflexão ao realizar e fruir produções artísticas; (PCN)
Pesquisar e saber organizar informações sobre a arte em contato com o artistas, obras de arte, fontes de comunicação e informação.(PCN)
/ Pesquise o que foi o movimento expressionismo e Cubismo/
Expressionismo no Brasil
No Brasil o movimento foi muito importante.Observa-se, um desejo expresso intenso de pesquisar nossa realidade social, espiritual e cultural.
O Cubismo tratava as formas da natureza por meio de figuras geométricas, representando todas as partes de um objeto nomes no plano. A representação do mundo passava a não ter nenhum compromisso com a aparência real das coisas.
Leitura comparativa das imagens de Guernica -Picasso e Retirantes-Portinari
O que possível perceber de semelhança ou diferença entre as duas imagens?
A dor e tragédia que estão presentes nas imagens são momentos vividos pelo artista?
O movimento cubismo e o movimento expressionismo são apresentados em que imagens?
Embora seja expresso movimentos diferentes nas imagens que situação social podem ser representadas em imagem com esta expressividades de Guernica e retirantes?
As figuras humanas de ambas as imagens podem ou não retratar uma situação do homem de que maneira?
Como podemos caracterizar a função social da arte diante do que vimos nas imagens?
Há denúncia em ambas as imagens; que temas sociais os artistas retratam nas imagens?
Pense numa situação social merecedora de denuncia use materiais de recorte colagem, pintura, gravuras e transforme recrie e elabore um trabalho onde seja possível se ver a abordagem de um tema social.
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/arte.pdf
http://hist-da-arteexpressionismo.blogspot.com/2007/05/expressionismo-no-brasil.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cubismo
Planejamento em Educacional em Artes Visuais
Ideia para situação aprendizagem
Turma 8ª Série
Escola Municipal de Ensino Fundamental Madre Teresa
Adriana conceição Batista Ramos
Compreender e utilizara arte como linguagem, mantendo uma atitude de busca pessoal e/ ou coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a investigação, a sensibilidade e a reflexão ao realizar e fruir produções artísticas; (PCN)
Pesquisar e saber organizar informações sobre a arte em contato com o artistas, obras de arte, fontes de comunicação e informação.(PCN)
/ Pesquise o que foi o movimento expressionismo e Cubismo/
Expressionismo no Brasil
No Brasil o movimento foi muito importante.Observa-se, um desejo expresso intenso de pesquisar nossa realidade social, espiritual e cultural.
O Cubismo tratava as formas da natureza por meio de figuras geométricas, representando todas as partes de um objeto nomes no plano. A representação do mundo passava a não ter nenhum compromisso com a aparência real das coisas.
Leitura comparativa das imagens de Guernica -Picasso e Retirantes-Portinari
O que possível perceber de semelhança ou diferença entre as duas imagens?
A dor e tragédia que estão presentes nas imagens são momentos vividos pelo artista?
O movimento cubismo e o movimento expressionismo são apresentados em que imagens?
Embora seja expresso movimentos diferentes nas imagens que situação social podem ser representadas em imagem com esta expressividades de Guernica e retirantes?
As figuras humanas de ambas as imagens podem ou não retratar uma situação do homem de que maneira?
Como podemos caracterizar a função social da arte diante do que vimos nas imagens?
Há denúncia em ambas as imagens; que temas sociais os artistas retratam nas imagens?
Pense numa situação social merecedora de denuncia use materiais de recorte colagem, pintura, gravuras e transforme recrie e elabore um trabalho onde seja possível se ver a abordagem de um tema social.
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/arte.pdf
http://hist-da-arteexpressionismo.blogspot.com/2007/05/expressionismo-no-brasil.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cubismo
Leitura de Imagens- Paisagens Urbanas_ Fachadas/ Alfredo Volp
REGESD-
REDE GAUCHA DE ENSINO SUPERIOR A DISTANCIA
Disciplina Planejamento Educacional em Artes Visuais
PLANO DE AULA
Escola Municipal de Ensino Fundamental Madre Teresa
TURMA: 8 serie
Tema: Paisagens Urbanas
Justificativa
Ao escolher este tema para trabalhar com a 8a série considerei dois pontos iniciais do trabalho; a observação dos seus desenhos imaginários ou de observação com constituições geométricas nítidas, porém, muitas vezes sem perspectiva o que consideravam conforme relataram desenhos infantis ou de crianças. E os conflitos sociais abordados em muitas obras de artistas contemporâneos
Reportando-me a pesquisa sobre a arte contemporânea e a observação do trabalho de Alfredo Volp, considerei suas obras como possíveis de leitura uma vez que algumas de suas imagens apresentam a pintura abstrata geométrica.
Objetivos:
Oferecer oportunidade ao aluno de reconhecer e desenvolver;
-o fazer artístico como desenvolvimento de potencialidades: percepção, reflexão, sensibilidade, imaginação, intuição, curiosidade e flexibilidade;
-o fazer artístico como experiência de interação (celebração e simbolização de histórias grupais).
-desenvolver habilidades de desenho considerando forma estrutura, volume linhas;
-Reconhecer a fotografia como uma forma de registro de diferentes culturas e imagens; de maneira programada ou não.
-registrar sua criatividade com materiais diversos no uso da arte.
Conteúdos:
-leitura de imagens
-Arte e meio social
-desenho
-criação de formas plásticas e visuais em espaços (bidimensionais.)
-pesquisa e estudo de biografia.
Plano de aula 1_( aula de 50 minutos)
A)Primeiro momento – leitura de imagem da obra apresentada
Figura 1Alfredo Volp- sem titulo
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( Como não há conhecimento do nível de pensamento estético dos alunos) as perguntas elaboradas iniciarão como descritiva da obra.
B)Perguntas que permearão a leitura de imagens (respondidas por escrito)
1-O que você vê nesta imagem?
2-qual seria o tema esta imagem?
3-que cores predominam nesta imagem?
4- que formas são mais usadas?
5-em que tempo esta imagem é reproduzida ( dia ou noite)?
De posse das respostas da primeira sessão de perguntas. Apresentar as novas perguntas, que exploram um nível de conhecimento mais subjetivo:
1-porque você acha que o artista pintou esta imagem?
2-como se apresentam as formas representadas na imagem?
3-que ambiente representa esta imagem?
4-podemos imaginar o interior destes prédios casas?
5- quem moraria nestas casas, prédios?
6-que tipo de renda teriam as pessoas morariam nestas casas?
7-que nome você daria a esta obra?
Após obter as respostas investigativas sobre o conhecimento prévio dos alunos sobre obra de arte apresentar uma sugestão de pesquisa para próxima aula.
C)A pesquisa será de conhecimento sobre o artista em questão os temas que ele busca abordar em suas obras bem como o tipo de arte que predominam em seua trabalhos.
D) perguntas que serviram de orientação sobre a pesquisa:
1-Quem foi Alfredo Volp?
2- o que o separava de participar diretamente do movimento modernista/
3-o que predominava suas produções no atelier?
4-que mestres da pintura influenciaram Volp?
5-o que constituiu a obras de Volp?
6-Acrescente todas as informações que achares necessária a sua pesquisa?
PLANO DE AULA 2- (Aula com 50 minutos de duração)
A) Apresentação das pesquisas.
Analise sobre a biografia pesquisada de Volp e as respostas dadas nos primeiros questionamentos.
Conversas com os alunos
B)Depois do conhecimento sobre artista e sobre os temas que permeavam sua obras oferecer oportunidade ao aluno de refazer o relato sobre a leitura de imagem realizada na aula anterior:
C) Montar um glossário com termos desconhecidos:
Considerando alguns termos que serão desconhecidos pelos alunos; (Se necessário uso do laboratório de informática- deixado em reserva para a necessidade)
Possíveis Palavras:
Erudita, florões, auto-didata, impressionista, paradoxal, prolixidade, retórica, figurativa, ...
Como tema para próxima aula
PLANO DE AULA- (Aula de 50 min.)
Com as imagens impressas ou em amostra de outra forma, com materiais papel giz lápis ou mesmo tinta e pinceis papel de gramatura diferente fazer uma releitura da imagem fotografada.
Como você faria esta imagem trabalhando no conceito de Volp, como você reproduziria esta imagem de que forma, diferença, ou semelhança. Hoje no contexto de hoje na atualidade com os temas sociais que vogam no momento que aspecto e características você daria a imagem a ser produzida.
Avaliação
Avaliação será constituída na forma de observação sobre o desenvolvimento dos trabalhos realizados. Considerando os pontos de desenvolvimento crítico o aluno sua expressividade oral quanto à leitura da obra, sua autocrítica, as considerações sobre o contexto social e a influência sobre o trabalho artístico, bem como o seu desenvolvimento crítico e expressivo ao reproduzir ou produzir um outro o seu próprio trabalho.
Considerações
O trabalho de leitura de imagem gerou muitas discussões sobre como os artistas fazem sua obras, chegam a ser abordados os aspectos que alguns educadores consideram errado a maneira como Volp apresenta seus trabalhos. Dialogamos na necessidade de considerar o contexto e a visualização do artista frente a estas construções, mas também abordamos como o artista mostra na subjetividade o aumento da população urbana e a necessidade de espaços menores com mais pessoas. Alguns alunos caracterizaram as fachadas como representações de favelas pela forma conglomerada que é apresentada. Outros analisaram comentando sobre uma rua de centro urbano. Com as fotografias tive que auxiliar alguns com o empréstimo da digital, eles buscaram retratar duas ou três posições diferentes das casas ou prédios salvamos no meu computador e imprimimos em folhas de oficio mesmo só para termos uma imagem de referência. Ao iniciar a pintura eles fizeram o desenho, mas muitos foram além da reprodução exata inseriram elementos da natureza morros, árvores ou algum carro para na frente escolherem posições da fachada ou lateral para desenhar e pintar trabalhamos em meia cartolina com tinta têmpera. Suas produções ficaram incompletas no qual prometi retornar na outra semana para terminarmos, mas é preciso considera que eles terão duas semanas de férias o retorno será em agosto.
Devo afirmar que foi muito significativo para eles explorarem a dimensão da observação e do desenho aliado a pintura e outras possibilidades. O tema de certa forma era livre eles tinham a imagem escolhida, mas ela não tinha obrigação de ser produzida exatamente no lugar onde fora retratada poderia estar em outro contextos ter outra cor outra significação.
REDE GAUCHA DE ENSINO SUPERIOR A DISTANCIA
Disciplina Planejamento Educacional em Artes Visuais
Professora-pesquisadora e formadora Andrea Hofstaetter
Aluna: Adriana Conceição Batista Ramos
UFRGS/2011
PLANO DE AULA
Escola Municipal de Ensino Fundamental Madre Teresa
TURMA: 8 serie
Justificativa
Ao escolher este tema para trabalhar com a 8a série considerei dois pontos iniciais do trabalho; a observação dos seus desenhos imaginários ou de observação com constituições geométricas nítidas, porém, muitas vezes sem perspectiva o que consideravam conforme relataram desenhos infantis ou de crianças. E os conflitos sociais abordados em muitas obras de artistas contemporâneos
Reportando-me a pesquisa sobre a arte contemporânea e a observação do trabalho de Alfredo Volp, considerei suas obras como possíveis de leitura uma vez que algumas de suas imagens apresentam a pintura abstrata geométrica.
Objetivos:
Oferecer oportunidade ao aluno de reconhecer e desenvolver;
-o fazer artístico como desenvolvimento de potencialidades: percepção, reflexão, sensibilidade, imaginação, intuição, curiosidade e flexibilidade;
-o fazer artístico como experiência de interação (celebração e simbolização de histórias grupais).
-desenvolver habilidades de desenho considerando forma estrutura, volume linhas;
-Reconhecer a fotografia como uma forma de registro de diferentes culturas e imagens; de maneira programada ou não.
-registrar sua criatividade com materiais diversos no uso da arte.
Conteúdos:
-leitura de imagens
-Arte e meio social
-desenho
-criação de formas plásticas e visuais em espaços (bidimensionais.)
-pesquisa e estudo de biografia.
Plano de aula 1_( aula de 50 minutos)
A)Primeiro momento – leitura de imagem da obra apresentada
Figura 1Alfredo Volp- sem titulo
( Como não há conhecimento do nível de pensamento estético dos alunos) as perguntas elaboradas iniciarão como descritiva da obra.
B)Perguntas que permearão a leitura de imagens (respondidas por escrito)
1-O que você vê nesta imagem?
2-qual seria o tema esta imagem?
3-que cores predominam nesta imagem?
4- que formas são mais usadas?
5-em que tempo esta imagem é reproduzida ( dia ou noite)?
De posse das respostas da primeira sessão de perguntas. Apresentar as novas perguntas, que exploram um nível de conhecimento mais subjetivo:
1-porque você acha que o artista pintou esta imagem?
2-como se apresentam as formas representadas na imagem?
3-que ambiente representa esta imagem?
4-podemos imaginar o interior destes prédios casas?
5- quem moraria nestas casas, prédios?
6-que tipo de renda teriam as pessoas morariam nestas casas?
7-que nome você daria a esta obra?
Após obter as respostas investigativas sobre o conhecimento prévio dos alunos sobre obra de arte apresentar uma sugestão de pesquisa para próxima aula.
C)A pesquisa será de conhecimento sobre o artista em questão os temas que ele busca abordar em suas obras bem como o tipo de arte que predominam em seua trabalhos.
D) perguntas que serviram de orientação sobre a pesquisa:
1-Quem foi Alfredo Volp?
2- o que o separava de participar diretamente do movimento modernista/
3-o que predominava suas produções no atelier?
4-que mestres da pintura influenciaram Volp?
5-o que constituiu a obras de Volp?
6-Acrescente todas as informações que achares necessária a sua pesquisa?
PLANO DE AULA 2- (Aula com 50 minutos de duração)
A) Apresentação das pesquisas.
Analise sobre a biografia pesquisada de Volp e as respostas dadas nos primeiros questionamentos.
Conversas com os alunos
B)Depois do conhecimento sobre artista e sobre os temas que permeavam sua obras oferecer oportunidade ao aluno de refazer o relato sobre a leitura de imagem realizada na aula anterior:
C) Montar um glossário com termos desconhecidos:
Considerando alguns termos que serão desconhecidos pelos alunos; (Se necessário uso do laboratório de informática- deixado em reserva para a necessidade)
Possíveis Palavras:
Erudita, florões, auto-didata, impressionista, paradoxal, prolixidade, retórica, figurativa, ...
Como tema para próxima aula
PLANO DE AULA- (Aula de 50 min.)
Com as imagens impressas ou em amostra de outra forma, com materiais papel giz lápis ou mesmo tinta e pinceis papel de gramatura diferente fazer uma releitura da imagem fotografada.
Como você faria esta imagem trabalhando no conceito de Volp, como você reproduziria esta imagem de que forma, diferença, ou semelhança. Hoje no contexto de hoje na atualidade com os temas sociais que vogam no momento que aspecto e características você daria a imagem a ser produzida.
Avaliação
Avaliação será constituída na forma de observação sobre o desenvolvimento dos trabalhos realizados. Considerando os pontos de desenvolvimento crítico o aluno sua expressividade oral quanto à leitura da obra, sua autocrítica, as considerações sobre o contexto social e a influência sobre o trabalho artístico, bem como o seu desenvolvimento crítico e expressivo ao reproduzir ou produzir um outro o seu próprio trabalho.
Considerações
O trabalho de leitura de imagem gerou muitas discussões sobre como os artistas fazem sua obras, chegam a ser abordados os aspectos que alguns educadores consideram errado a maneira como Volp apresenta seus trabalhos. Dialogamos na necessidade de considerar o contexto e a visualização do artista frente a estas construções, mas também abordamos como o artista mostra na subjetividade o aumento da população urbana e a necessidade de espaços menores com mais pessoas. Alguns alunos caracterizaram as fachadas como representações de favelas pela forma conglomerada que é apresentada. Outros analisaram comentando sobre uma rua de centro urbano. Com as fotografias tive que auxiliar alguns com o empréstimo da digital, eles buscaram retratar duas ou três posições diferentes das casas ou prédios salvamos no meu computador e imprimimos em folhas de oficio mesmo só para termos uma imagem de referência. Ao iniciar a pintura eles fizeram o desenho, mas muitos foram além da reprodução exata inseriram elementos da natureza morros, árvores ou algum carro para na frente escolherem posições da fachada ou lateral para desenhar e pintar trabalhamos em meia cartolina com tinta têmpera. Suas produções ficaram incompletas no qual prometi retornar na outra semana para terminarmos, mas é preciso considera que eles terão duas semanas de férias o retorno será em agosto.
Devo afirmar que foi muito significativo para eles explorarem a dimensão da observação e do desenho aliado a pintura e outras possibilidades. O tema de certa forma era livre eles tinham a imagem escolhida, mas ela não tinha obrigação de ser produzida exatamente no lugar onde fora retratada poderia estar em outro contextos ter outra cor outra significação.
domingo, 10 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
ARTE NO BRASIL NOS ANOS 60
BRASIL ANOS 60 No panorama mundial das artes plásticas, a passagem dos anos 50 para a década de 60 evidenciou-se pelo retorno à figura e pelo abandono dos abstracionismos – lítico, geométrico e informalismo - vertentes caracterizadoras das vanguardas do pós-guerra e da década subseqüente. Sem dúvida, um grande foco de vitalidade artística mundial nesse momento foi a retomada da figuração em seus diferentes encaminhamentos.
A exposição Opinião 65 é um marco para a arte brasileira dos anos 1960. Foi organizada pela marchand e jornalista Ceres Franco e pelo galerista Jean Boghici. A mostra foi exibida no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro entre 12 de agosto e 12 de setembro de 1965 e dela participaram artistas brasileiros e europeus – treze europeus e dezesseis brasileiros, para ser mais preciso. A proposta da exposição era confrontar a produção artística brasileira da época com a recente arte internacional, que apresentava novas tendências figurativas.
A jovem pintura pretendia ser independente, polêmica, inventiva, denunciadora, crítica, social, moral. Ela se inspira tanto na natureza urbana imediata como na própria vida com seu culto diário de mitos". Com essas palavras, a marchand e jornalista Ceres Franco anuncia a exposição Opinião 65
A exposição Opinião 65 é um marco para a arte brasileira dos anos 1960. Foi organizada pela marchand e jornalista Ceres Franco e pelo galerista Jean Boghici. A mostra foi exibida no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro entre 12 de agosto e 12 de setembro de 1965 e dela participaram artistas brasileiros e europeus – treze europeus e dezesseis brasileiros, para ser mais preciso. A proposta da exposição era confrontar a produção artística brasileira da época com a recente arte internacional, que apresentava novas tendências figurativas.
| Carlos Vergara. A Patronesse e Mais uma Campanha Paliativa. 1965. Óleo s/tela. 114x146 cm. |
sexta-feira, 24 de junho de 2011
A Africa brasileira-
Atividade de leitura e ilustração com os pequenos.
O importante momento de leitura que se configura na hora do conto. Proporcionou o desenvolvimento da atividade com pintura realizado com um 2 ano. No questionamento sobre o que sabiam da África os alunos relatavam visão de animais selvagens e florestas. Busquei para leitura o livro o Negrinho Ganga Zumba, que conta a história de um pequeno príncipe negro que foi afastado e sua terra natal e durante a sua permanência no Brasil busca identificar semelhanças entre paisagens e animais brasileiros com os da África, mas nada se comparava a imensa saudade que ele sentia de sua família e de tudo que lá o cercava. Posteriormente a contação de história sugeri que os pequenos ilustrasse o que ouviram de maneira que inserisse elementos brasileiros a história de Ganga Zumba. Não se trata aqui de construir uma história revanche, que relançaria a história colonialista como um bumerangue contra seua autores, mas de mudar a perspectiva e ressucitar imagens "esquecidas" ou perdidas (UNESCO-2011. História Geral da África I)
sábado, 17 de julho de 2010
Modo de construção do museu Caldas Junior
domingo, 2 de maio de 2010
REGESD
CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
Disciplina: Processos e Linguagens Tridimensionais
Professor; Carlos Augusto Nunes Camargo
Aluna; Adriana Conceição Batista Ramos
Intervenção em espaço Urbano
Santo Antonio da Patrulha
2010Intervenção em Paisagem Urbana
A escola sendo um lugar que recebe e acolhe inúmeros sujeitos vindos de diferentes contextos e com singularidades especificas é um centro considerado como parte urbana de uma paisagem.
Considerando esta recepção e acolhida é importante que o aluno veja este lugar como construção de sua identidade e construído com sua identidade. Revendo estes fatores, elaborar um plano de ação que ele se identifique se faz necessário, como parte integradora e inclusiva do aluno no ambiente.
Como haverá uma intervenção em um ambiente de acolhida penso em convidar os alunos do berçário da educação infantil vizinha a escola para que também participem desta intervenção. Pensando no convite como forma de integrá-los ao ambiente do qual eles farão parte quando estiverem em idade de frequentar o Ensino Fundamental.
Ação de intervenção em espaço urbano
Dados de identificação:
Escola Estadual de Ensino fundamental Madre Teresa
Ensino fundamental de 9 anos Professora: Adriana Conceição Batista Ramos. Maria Gorete Portal Consul
Tema: Árvore da Identidade
Objetivo geral:
Integrar o aluno no ambiente escolar de forma participativa e transformadora, possibilitando a ele que se sinta como agente construtor e transformador.
Justificativa:
O projeto tem seu maior significado levar o aluno por meio da arte, criar laços que façam como ele se sinta incluso no ambiente e construa sua identidade participativa de maneira criativa coletiva.
Conceitos e objetivos a serem assimilados pelos alunos:
Participar de forma ativa do momento artístico elaborado coletivamente de maneira que ele possa deixar, registrado sua participação transformadora.
Conteúdos:
Pintura;
Desenvolvimento Artístico.
Cronograma de trabalho:
Duas aulas
Procedimentos:
Apresentação do espaço a ser trabalhado;
Organização das turmas que irão participar da tarefa;
Explanação do que se pretende que o aluno realize. Apresentação das tintas e escolha de cores que os alunos usarão na construção da Árvore da Identidade.
Recursos:
Materiais humanos alunos e suas mãos.
Tintas têmpera
Espaço destinado à pintura.
Desenvolvimento:
Usar recursos de pintura para modificação de espaço escolar urbano.
Elaboração da árvore da identidade;
Os alunos com tintas nas mãos deixarão suas marcas no espaço onde ocorrerá a transformação buscando construírem um desenho representativo de uma árvore.
CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
Disciplina: Processos e Linguagens Tridimensionais
Professor; Carlos Augusto Nunes Camargo
Aluna; Adriana Conceição Batista Ramos
Intervenção em espaço Urbano
Santo Antonio da Patrulha
2010Intervenção em Paisagem Urbana
A escola sendo um lugar que recebe e acolhe inúmeros sujeitos vindos de diferentes contextos e com singularidades especificas é um centro considerado como parte urbana de uma paisagem.
Considerando esta recepção e acolhida é importante que o aluno veja este lugar como construção de sua identidade e construído com sua identidade. Revendo estes fatores, elaborar um plano de ação que ele se identifique se faz necessário, como parte integradora e inclusiva do aluno no ambiente.
Como haverá uma intervenção em um ambiente de acolhida penso em convidar os alunos do berçário da educação infantil vizinha a escola para que também participem desta intervenção. Pensando no convite como forma de integrá-los ao ambiente do qual eles farão parte quando estiverem em idade de frequentar o Ensino Fundamental.
Ação de intervenção em espaço urbano
Dados de identificação:
Escola Estadual de Ensino fundamental Madre Teresa
Ensino fundamental de 9 anos Professora: Adriana Conceição Batista Ramos. Maria Gorete Portal Consul
Tema: Árvore da Identidade
Objetivo geral:
Integrar o aluno no ambiente escolar de forma participativa e transformadora, possibilitando a ele que se sinta como agente construtor e transformador.
Justificativa:
O projeto tem seu maior significado levar o aluno por meio da arte, criar laços que façam como ele se sinta incluso no ambiente e construa sua identidade participativa de maneira criativa coletiva.
Conceitos e objetivos a serem assimilados pelos alunos:
Participar de forma ativa do momento artístico elaborado coletivamente de maneira que ele possa deixar, registrado sua participação transformadora.
Conteúdos:
Pintura;
Desenvolvimento Artístico.
Cronograma de trabalho:
Duas aulas
Procedimentos:
Apresentação do espaço a ser trabalhado;
Organização das turmas que irão participar da tarefa;
Explanação do que se pretende que o aluno realize. Apresentação das tintas e escolha de cores que os alunos usarão na construção da Árvore da Identidade.
Recursos:
Materiais humanos alunos e suas mãos.
Tintas têmpera
Espaço destinado à pintura.
Desenvolvimento:
Usar recursos de pintura para modificação de espaço escolar urbano.
Elaboração da árvore da identidade;
Os alunos com tintas nas mãos deixarão suas marcas no espaço onde ocorrerá a transformação buscando construírem um desenho representativo de uma árvore.
A construção da Prensauto
A construção do prensauto
Adriana Conceição batista Ramos-00178584
Ao preparar o material para construir o meu prensauto pensei qual seria a necessidade de construção de um objeto como aquele. Porém ao terminá-lo me deparei pensativa eu estava reproduzindo uma imagem de uma parte de extrema importância para mim o meu pé. O meu pé direito que junto ao seu par o esquerdo me conduzem aos locais aonde desejo ir. Importante sim, pois sem eles não teria a mesma facilidade de movimentação.
Os objetos artísticos que agregue a ele representam os animais por quem tenho respeito devido a sua condição irracional e alguns como gatos e cachorros por buscar no homem uma companhia. A chave representa segurança um lar, um lugar para estar com a família, reunir amigos. E a figura de menina que representa alguém que vive junto comigo que faz parte dos meus sonhos preocupações e quem me incentiva na luta diária.
Como objetivo artístico gostaria de trabalhar mais sobre o prensauto fazer releitura dele em outras situações outros contextos, primeiro ao elaborá-lo tive apenas a menção de cumprir tarefa, mas após percebi que na sua dimensão e no seu valor ele retrata partes fundamentais do meu ser e eu poderia fazer outros e mais outros que a significância seria sempre voltada para uma construção pessoal, porém com considerações sobre o que me cerca que vai além do familiar.
Ao expor estarei expondo algo de mim pessoal que terá olhares com outras visões penso nele este primeiro que fiz como algo mais para mim para meu espaço. Como objetivo de reflexão, penso que de tarefa ele passou a ser representação pessoal de uma parte de minha vida.
Gostaria de realizá-lo com meus alunos para que eles tenham um ressignificação das etapas passadas de suas vidas e das futuras. Vejo como proposta para um futuro próximo.
Adriana Conceição batista Ramos-00178584
Ao preparar o material para construir o meu prensauto pensei qual seria a necessidade de construção de um objeto como aquele. Porém ao terminá-lo me deparei pensativa eu estava reproduzindo uma imagem de uma parte de extrema importância para mim o meu pé. O meu pé direito que junto ao seu par o esquerdo me conduzem aos locais aonde desejo ir. Importante sim, pois sem eles não teria a mesma facilidade de movimentação.
Os objetos artísticos que agregue a ele representam os animais por quem tenho respeito devido a sua condição irracional e alguns como gatos e cachorros por buscar no homem uma companhia. A chave representa segurança um lar, um lugar para estar com a família, reunir amigos. E a figura de menina que representa alguém que vive junto comigo que faz parte dos meus sonhos preocupações e quem me incentiva na luta diária.
Como objetivo artístico gostaria de trabalhar mais sobre o prensauto fazer releitura dele em outras situações outros contextos, primeiro ao elaborá-lo tive apenas a menção de cumprir tarefa, mas após percebi que na sua dimensão e no seu valor ele retrata partes fundamentais do meu ser e eu poderia fazer outros e mais outros que a significância seria sempre voltada para uma construção pessoal, porém com considerações sobre o que me cerca que vai além do familiar.
Ao expor estarei expondo algo de mim pessoal que terá olhares com outras visões penso nele este primeiro que fiz como algo mais para mim para meu espaço. Como objetivo de reflexão, penso que de tarefa ele passou a ser representação pessoal de uma parte de minha vida.
Gostaria de realizá-lo com meus alunos para que eles tenham um ressignificação das etapas passadas de suas vidas e das futuras. Vejo como proposta para um futuro próximo.
domingo, 11 de abril de 2010
Prensauto
Diário 2
domingo, 4 de abril de 2010
Nicho Poiético

Escolhi imagens que me acompanham e são muito significativas para mim escolhi um quadro onde há o dizer AMOR SÓ DE MÃE, pois ele retrata as tres gerações de mulheres que compartilham a minha casa. Temos um elo muito forte avó, mãe e filha. A foto de minha filha com 10 meses já se passaram 13 anos mas é como se fosse hoje. Um anjinho que ganhei de um aluno com necessidades especiais. O ursinho que minha filha juntou dinheiro e comprou para me dar no dia das mães. São lembranças que guardo, pois me conduzem a um passado cheio de alegria e esperanças e reforçam um futuro de muita luta respeito e amizade.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
REGESD – Rede Gaúcha de Ensino Superior a Distância-UFRGS
CURSO- ARTES VISUAIS. REG101
DISCIPLINA: SEMINÁRIOA INTEGRADOR -SER PROFESSOR NO CONTEXTO ATUAL
ALUNA- ADRIANA CONCEIÇÃO BATISTA RAMOS 00178584
SER PROFESSOR NO CONTEXTO ATUAL- REFLEXÃO SOBRE FILMES
Ao optarmos pela docência não estamos esperando mudar o mundo como num passe de mágica e que ele se torne o ideal de oportunidades e democracia, mas é na docência no fazer diário que podemos mostrar que mínimos gestos ou fazeres são de extrema importância para algumas pessoas. O filme "O sorriso de Monalisa" é uma de mostração da ação do professor no contexto e que esta ação pode mudar vidas ou abrir caminhos para a criticidade diante de fatos que são considerados padrões, mas que conduzem o sujeito para alineação . A professora do filme era considerada subvertida par o modelo padrão da época, ou seja, uma pessoa que agia no objetividade de acordo com o bem comum de todos, o que ela fazia, saia fora do considerado normal dentro da instituição de ensino que tinha por costume a manutenção de métodos padronizados que não permitiam a livre expressão.
Ainda encontramos atualmente na educação escolas que mantém velho métodos de ensino e ão permitem que seus alunos tenham conhecimentos de outras formas de culturas. No filma a professora não mudou de todo o pensamento de suas alunas, mas foi peça fundamental em suas vidas, nas sua construções e na forma de se expressar com criticidade.
Também podemos ver a atuação do professor ao conduzir caminhos no filme "Leões e cordeiros", um professor que desperta seus alunos para sua condição de receptores de uma cultura criada por uma classe dominante que conduz o caminho para paz e liberdade mediante a sacrifícios de vidas e só assim estariam praticando a cidadania não importando quantas vidas estariam sendo sacrificadas para isto. Jovens que na intenção de se fazerem reconhecer como contribuintes no caminho da paz e da liberdade, colocam suas vidas ao dispor de uma nação.
A intenção do professor não era de colocar seus alunos na frente da batalha, mas que eles percebessem que eram peças chave importantes na luta, mas com diálogo e espírito de criticidade, que conhecedores da sua condição de receptores de cultura dominante, não se deixassem enganar quanto a forma de se fazer ser cidadão.
O professor deve despertar em seus alunos isto, a consciência de conhecedores de situações, mas com espírito crítico e aberto ao diálogo e visualização de novas formas e caminhos para a construção de ações de liberdade e paz, onde todos serão participantes seja na teoria ou na prática.
REGESD – Rede Gaúcha de Ensino Superior a Distância-UFRGS
CURSO- ARTES VISUAIS. REG101
DISCIPLINA: SEMINÁRIOA INTEGRADOR -SER PROFESSOR NO CONTEXTO ATUAL
ALUNA- ADRIANA CONCEIÇÃO BATISTA RAMOS 00178584
SER PROFESSOR NO CONTEXTO ATUAL- REFLEXÃO SOBRE FILMES
Ao optarmos pela docência não estamos esperando mudar o mundo como num passe de mágica e que ele se torne o ideal de oportunidades e democracia, mas é na docência no fazer diário que podemos mostrar que mínimos gestos ou fazeres são de extrema importância para algumas pessoas. O filme "O sorriso de Monalisa" é uma de mostração da ação do professor no contexto e que esta ação pode mudar vidas ou abrir caminhos para a criticidade diante de fatos que são considerados padrões, mas que conduzem o sujeito para alineação . A professora do filme era considerada subvertida par o modelo padrão da época, ou seja, uma pessoa que agia no objetividade de acordo com o bem comum de todos, o que ela fazia, saia fora do considerado normal dentro da instituição de ensino que tinha por costume a manutenção de métodos padronizados que não permitiam a livre expressão.
Ainda encontramos atualmente na educação escolas que mantém velho métodos de ensino e ão permitem que seus alunos tenham conhecimentos de outras formas de culturas. No filma a professora não mudou de todo o pensamento de suas alunas, mas foi peça fundamental em suas vidas, nas sua construções e na forma de se expressar com criticidade.
Também podemos ver a atuação do professor ao conduzir caminhos no filme "Leões e cordeiros", um professor que desperta seus alunos para sua condição de receptores de uma cultura criada por uma classe dominante que conduz o caminho para paz e liberdade mediante a sacrifícios de vidas e só assim estariam praticando a cidadania não importando quantas vidas estariam sendo sacrificadas para isto. Jovens que na intenção de se fazerem reconhecer como contribuintes no caminho da paz e da liberdade, colocam suas vidas ao dispor de uma nação.
A intenção do professor não era de colocar seus alunos na frente da batalha, mas que eles percebessem que eram peças chave importantes na luta, mas com diálogo e espírito de criticidade, que conhecedores da sua condição de receptores de cultura dominante, não se deixassem enganar quanto a forma de se fazer ser cidadão.
O professor deve despertar em seus alunos isto, a consciência de conhecedores de situações, mas com espírito crítico e aberto ao diálogo e visualização de novas formas e caminhos para a construção de ações de liberdade e paz, onde todos serão participantes seja na teoria ou na prática.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
O sorriso de Monalisa
SER PROFESSOR NO CONTEXTO ATUAL
O SORRISO DE MONALISA
O filme vem nos remeter a situações que encontramos diariamente em nossa pratica com educadoras; a formação do individuo de maneira padronizada, ou seja, nada sai fora de um contexto muitas vezes imposto por educadores ou pela sociedade que busca limitar o pensamento do educando tornando-o assim fácil de se manipular ou adaptado a padrões dominantes. O sorriso de Monalisa apresenta uma professora que para sua época estava subvertendo valores morais e costumes de uma escola para moças. Ao perceber que suas alunas tinham o conhecimento decorado, de uma apostila manuseada por elas, mas não tinham nem faziam ligações do que já conheciam com o contexto atual a professora muda o seu método de dar aulas causando estranhamento entre as alunas pois elas assim deveriam expor suas construções sobre e assim despertar o espírito critico. São situações assim que nos colocam na obrigação de fazer algo que desperte em nossos alunos a consciência de que mesmo que permaneçam realizando tarefas impostas por um sistema dominador estejam sempre prontos a questionar e sugerir mudanças para o melhor.
O SORRISO DE MONALISA
O filme vem nos remeter a situações que encontramos diariamente em nossa pratica com educadoras; a formação do individuo de maneira padronizada, ou seja, nada sai fora de um contexto muitas vezes imposto por educadores ou pela sociedade que busca limitar o pensamento do educando tornando-o assim fácil de se manipular ou adaptado a padrões dominantes. O sorriso de Monalisa apresenta uma professora que para sua época estava subvertendo valores morais e costumes de uma escola para moças. Ao perceber que suas alunas tinham o conhecimento decorado, de uma apostila manuseada por elas, mas não tinham nem faziam ligações do que já conheciam com o contexto atual a professora muda o seu método de dar aulas causando estranhamento entre as alunas pois elas assim deveriam expor suas construções sobre e assim despertar o espírito critico. São situações assim que nos colocam na obrigação de fazer algo que desperte em nossos alunos a consciência de que mesmo que permaneçam realizando tarefas impostas por um sistema dominador estejam sempre prontos a questionar e sugerir mudanças para o melhor.
domingo, 12 de julho de 2009
SER PROFESSOR NO CONTEXTO ATUAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
REGESD – Rede Gaúcha de Ensino Superior a Distância-UFRGS
CURSO- ARTES VISUAIS.
DISCIPLINA: SEMINÁRIO INTEGRADOR I
ALUNA- ADRIANA CONCEIÇÃO BATISTA RAMOS 00178584
Ser professor no contexto atual
Para ser professor no contexto atual, é preciso estar consciente de certas considerações que muitos estudiosos fazem ou fizeram sobre o contexto professor-aluno-aprendizagem.
Para Dewey “as crianças não estão sendo preparadas para a vida e em um momento e em outro vivendo”.
Penso que de acordo com as colocações de Dewey nós educadores devemos estar conscientes em educar as crianças dentro do contexto atual, fazendo as interações no presente e só assim veremos realizações no futuro.
Para Piaget “o aprendizado é construído pelo aluno não passado pelo professor”.
As colocações de Piaget se voltam para as construções que o aluno faz com seu aprendizado, quer dizer, o aluno é quem interage e organiza a sua forma de aprender, o professor é mero orientador, não determina o tipo de conhecimento que o aluno deva desenvolver, faz interação entre os saberes.
Paulo Freire “o conhecimento não se transfere se constrói”.
Paulo freire aborda a questão humanista da educação, ou seja, só posso construir se vivo no contexto, se estou voltado para o problema, se reflito sobre a minha condição de ser sempre m desenvolvimento.
Morin- critica o ensino fragmentado-
Para Morin a questão está em abordar o interdisciplinar do conhecimento interligar disciplinas, pois o sujeito quando age está voltado para o todo, não leva a sua ação a atingir apenas partes.
Novoa – professor reflexivo-
Para Novoa há a necessidade de o professor ser reflexivo, ou seja, se voltar e analisar a sua prática, construir e desconstruir teorias, partir par novas investigações e abrir novas chances de desenvolvimento nas suas práticas.
Podemos perceber que não é recente a abordagem professor -aluno –aprendizagem. Alguns autores focam que o aluno constrói a sua aprendizagem. Inserindo o professor como motivador, incentivador desta construção. Ao abordar os cinco autores anteriormente é possível perceber que o enfoque da educação está em; * construir o conhecimento, * professor motivador e sempre voltado para formação continuada dentro ou fora de ambiente educativo e *interação entre os saberes.
Mas para sermos motivadores como educadores precisamos estar aptos, ou seja, atualizados, revisando o planejamento diariamente, construindo e desconstruindo novas formas de conduzir o aluno o caminho certo no seu desenvolvimento.
O conhecimento que o aluno traz para sala é vasto, e precisa ser bem direcionado se tronando pontos a favor para suas construções e saberes. Gerando assim trocas e informações onde haja interdisciplinaridade e que seja possível fazer a interdisciplinaridade para ou no momento atual, trazendo informações para o contexto de agora, pois transformando agora teremos melhorias no futuro.
REGESD – Rede Gaúcha de Ensino Superior a Distância-UFRGS
CURSO- ARTES VISUAIS.
DISCIPLINA: SEMINÁRIO INTEGRADOR I
ALUNA- ADRIANA CONCEIÇÃO BATISTA RAMOS 00178584
Ser professor no contexto atual
Para ser professor no contexto atual, é preciso estar consciente de certas considerações que muitos estudiosos fazem ou fizeram sobre o contexto professor-aluno-aprendizagem.
Para Dewey “as crianças não estão sendo preparadas para a vida e em um momento e em outro vivendo”.
Penso que de acordo com as colocações de Dewey nós educadores devemos estar conscientes em educar as crianças dentro do contexto atual, fazendo as interações no presente e só assim veremos realizações no futuro.
Para Piaget “o aprendizado é construído pelo aluno não passado pelo professor”.
As colocações de Piaget se voltam para as construções que o aluno faz com seu aprendizado, quer dizer, o aluno é quem interage e organiza a sua forma de aprender, o professor é mero orientador, não determina o tipo de conhecimento que o aluno deva desenvolver, faz interação entre os saberes.
Paulo Freire “o conhecimento não se transfere se constrói”.
Paulo freire aborda a questão humanista da educação, ou seja, só posso construir se vivo no contexto, se estou voltado para o problema, se reflito sobre a minha condição de ser sempre m desenvolvimento.
Morin- critica o ensino fragmentado-
Para Morin a questão está em abordar o interdisciplinar do conhecimento interligar disciplinas, pois o sujeito quando age está voltado para o todo, não leva a sua ação a atingir apenas partes.
Novoa – professor reflexivo-
Para Novoa há a necessidade de o professor ser reflexivo, ou seja, se voltar e analisar a sua prática, construir e desconstruir teorias, partir par novas investigações e abrir novas chances de desenvolvimento nas suas práticas.
Podemos perceber que não é recente a abordagem professor -aluno –aprendizagem. Alguns autores focam que o aluno constrói a sua aprendizagem. Inserindo o professor como motivador, incentivador desta construção. Ao abordar os cinco autores anteriormente é possível perceber que o enfoque da educação está em; * construir o conhecimento, * professor motivador e sempre voltado para formação continuada dentro ou fora de ambiente educativo e *interação entre os saberes.
Mas para sermos motivadores como educadores precisamos estar aptos, ou seja, atualizados, revisando o planejamento diariamente, construindo e desconstruindo novas formas de conduzir o aluno o caminho certo no seu desenvolvimento.
O conhecimento que o aluno traz para sala é vasto, e precisa ser bem direcionado se tronando pontos a favor para suas construções e saberes. Gerando assim trocas e informações onde haja interdisciplinaridade e que seja possível fazer a interdisciplinaridade para ou no momento atual, trazendo informações para o contexto de agora, pois transformando agora teremos melhorias no futuro.
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